Jeanne Bécu, Condessa du Barry (1743-1793), foi a última maîtresse-en-titre (amante oficial) do rei Luís XV da França. Sua história é marcada por uma ascensão meteórica da pobreza à opulência e, eventualmente, à tragédia durante a Revolução Francesa.
Nascida em Vaucouleurs, Jeanne teve uma infância humilde e foi criada, em parte, em um convento. Sua beleza chamou a atenção de Jean-Baptiste du Barry, um proxeneta, que a introduziu em círculos sociais influentes. Ela se tornou conhecida como "Mademoiselle Lange", uma cortesã requisitada em Paris.
A vida de Jeanne mudou quando ela atraiu a atenção do rei Luís XV. Para apresentá-la formalmente na corte, ela foi casada com o irmão de Jean-Baptiste du Barry, o Conde Guillaume du Barry. O casamento foi arranjado puramente para dar a Jeanne o título de condessa e, consequentemente, o status necessário para se apresentar perante o rei e a corte.
Sua apresentação formal na corte em Versalhes, em 1769, foi marcada por controvérsia. A presença de uma amante oficial era comum, mas a origem humilde e a ascensão repentina de Jeanne geraram ressentimento, especialmente por parte de <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Maria%20Antonieta">Maria Antonieta</a>, a futura rainha. A relação entre as duas foi tensa desde o início.
Como maîtresse-en-titre, Jeanne exerceu considerável influência sobre o rei. Ela usou sua posição para apoiar artistas e intelectuais, e ficou conhecida por seu gosto refinado e sua paixão por joias e roupas luxuosas. No entanto, sua influência política era limitada e ela se concentrava principalmente em garantir sua própria segurança e bem-estar financeiro.
Após a morte de Luís XV em 1774, Jeanne du Barry foi exilada da corte e se retirou para sua propriedade em Louveciennes. Ela continuou a viver uma vida relativamente confortável, mas sua fortuna estava inevitavelmente ligada ao Antigo Regime.
Durante a <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Revolução%20Francesa">Revolução Francesa</a>, Jeanne foi acusada de traição, principalmente por ajudar a esconder joias reais e financiar emigrados. Ela foi julgada e condenada à morte.
Em 8 de dezembro de 1793, Jeanne du Barry foi guilhotinada na Place de la Révolution (atual Place de la Concorde) em Paris. Diz-se que ela implorou por sua vida no cadafalso, gritando "Ainda mais um momento, Sr. Carrasco!". Sua execução marcou o fim trágico de uma vida extraordinária, da pobreza à realeza e, finalmente, à morte nas mãos da Revolução. Ela personificou a decadência da <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/corte%20francesa">corte francesa</a> e a brutalidade da Revolução que a derrubou.
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